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	<title>Marcos Passos &#187; Negócios</title>
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	<description>Ideias, inovação, start-up e humor!</description>
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		<title>O novo boom de startups</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 12:25:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Matéria da revista Exame, falando sobre empreendedorismo: O ano era 2004, e quase ninguém da família de Marcos Passos, então um garoto de 15 anos de idade da pequena São Francisco de Itabapoana, no interior do Rio de Janeiro, entendia direito o que ele tanto fazia, todos os dias, horas a fio em frente ao [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Matéria da revista Exame, falando sobre empreendedorismo:</p>
<blockquote><p><a href="http://marcospassos.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/portalexame.gif"><img style="float: right; margin: 0 0 10px 10px;" title="Portal Exame" src="http://marcospassos.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/portalexame.gif" alt="Portal Exame" width="249" height="92" /></a>O ano era 2004, e quase ninguém da família de Marcos Passos, então um garoto de 15 anos de idade da pequena São Francisco de Itabapoana, no interior do Rio de Janeiro, entendia direito o que ele tanto fazia, todos os dias, horas a fio em frente ao computador. A mãe achava que o filho perdia tempo demais com joguinhos. A tia temia que o sobrinho fosse um hacker perigoso. Até que, certo dia, um envelope chegou à casa dos Passos, endereçado ao jovem Marcos. Dentro dele havia um cheque de 2 000 dólares do Google. &#8220;Estão vendo? Eu não fico sem fazer nada o dia inteiro!&#8221;, disse o garoto à família. Dois anos antes, aos 13 anos, ele havia começado o que seria seu primeiro empreendimento: um site sobre desenhos animados japoneses. No auge, a página teve 35 colaboradores, esteve entre os 50 sites mais acessados do país e era rentabilizada mensalmente com anúncios patrocinados. Em 2007, já na universidade &#8211; e um tanto entediado com os desenhos japoneses -, Passos decidiu inovar outra vez. A ideia do novo negócio veio durante uma viagem. &#8220;Esqueci meu livro em casa e percebi que a única alternativa para continuar lendo era comprar outro&#8221;, diz. Foi quando ele começou a desenvolver um serviço de publicação de livros digitais. O empreendimento, uma mistura de editora com biblioteca, logo chamou a atenção de investidores. No ano passado, Passos recebeu um aporte do grupo de investidores Floripa Angels, e se mudou para a capital catarinense, de onde comanda a Bookess.</p>
<p><strong>Recomeço</strong></p>
<p>Aos 21 anos, Passos é o símbolo de uma nova onda para o empreendedorismo digital no país. As startups tecnológicas brasileiras não atravessavam um momento tão agitado desde os idos tempos da bolha da internet, no final da década passada. O Brasil entrou no radar dos maiores fundos de capital de risco do mundo, os mesmos que ajudaram a transformar ideias como Amazon, Yahoo!, Google e Twitter em nomes conhecidos e admirados mundialmente. Ainda é difícil contar essa história em números, seja de companhias emergentes ou de investimentos realizados, pois muitos negócios são pequenos e outros operam em silêncio antes de apresentar-se ao mercado. Mas os indícios estão por toda parte. Em agosto, Matt Cohler, conselheiro especial do Facebook e sócio do fundo Benchmark, que tem investimentos em mais de 150 companhias, entre elas o eBay, esteve no Brasil para conhecer empresas em estágio embrionário. O Bessemer Partners, um dos primeiros fundos de capital de risco dos Estados Unidos, com um portfólio de investimentos de mais de 2 bilhões de dólares, está monitorando a atividade de startups brasileiras há alguns meses, com visitas frequentes de seus representantes ao país. Mas os interessados não vêm apenas da América do Norte. Em agosto e setembro, o Brasil recebeu visitas de expedições de fundos da Inglaterra e da Holanda, além de alguns investidores chineses. De acordo com os empreendedores que mantiveram contato com eles, os asiáticos falam de cifras bem mais altas que os americanos.</p>
<p>&#8220;Todos os investidores com quem conversamos estão muito interessados no Brasil&#8221;, diz André Luiz Monteiro, um dos fundadores do Compra3, um site que oferece descontos progressivos quanto maior for o número de compradores. &#8220;A sensação é que eles veem no país a chance de repetir as histórias de crescimento explosivo que o mercado americano viu 15 anos atrás.&#8221; Em agosto, Monteiro e seu sócio Bruno Medeiros fizeram um périplo pelos Estados Unidos. Estiveram com representantes de alguns dos maiores investidores de risco do país e devem anunciar uma nova rodada de capitalização até o final do ano (a companhia já recebeu aportes que somam cerca de 2 milhões de reais). Assim como o Bookess, do jovem Marcos Passos, o Compra3 teve apoio dos investidores conhecidos como &#8220;anjos&#8221;, aqueles que investem numa startup nos seus primeiros momentos de vida. Essa é uma característica dessa nova onda: há mais dinheiro para companhias muito jovens. Ainda é pouco em comparação com os mercados desenvolvidos (estima-se que só em Nova York haja cerca de 6 000 anjos), mas é uma mudança fundamental.</p></blockquote>
<p><a class="external" href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0977/especial/novo-boom-startups-600979.html?page=1">Leia a matéria completa.</a></p>
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		<title>O Modelo de Negócios na Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Dec 2008 20:07:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[modelo de negócios]]></category>

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		<description><![CDATA[Vejo atualmente diversas empresas com idéias fabulosas indo por ralo abaixo. Muitas delas tinham ótima tecnologia, grande número de usuários e mesmo assim fracassaram. Fato é que não basta apenas um design bonito e uma bela idéia para seu negócio decolar. Você precisa de um bom plano de negócios. O grande problema de alguns empreendedores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Vejo atualmente diversas empresas com idéias fabulosas indo por <a class="external" href="http://www.weshow.com/">ralo abaixo</a>. Muitas delas tinham ótima tecnologia, grande número de usuários e mesmo assim fracassaram.</p>
<p>Fato é que não basta apenas um design bonito e uma bela idéia para seu negócio decolar. Você precisa de um bom plano de negócios. O grande problema de alguns empreendedores é justamente entender que o modelo da vida real não é totalmente aplicável a vida cibernética.</p>
<p>Alguns empreendedores das antigas, que não possuem tal intimidade com a vida online, acham que apenas lançando seu produto na grande rede terão seu faturamento triplicado, ou mesmo, que estará na próxima edição da maior revista de tecnologia do Brasil. Não é bem assim.<img style="float:right; margin: 10px;" title="Proibido Folhear!" src="/blog/wp-content/uploads/2008/12/materia.jpg" alt="Proibido Folhear!" /></p>
<p style="text-align: justify">Podemos fazer uma analogia do modelo de negócio fracassado na internet com aquele dono de banca carrasco, que coloca uma placa “<em>Proibido Folhear</em>”, obrigando o freguês a comprar a revista “<em>no escuro</em>”, sem saber se “aquela matéria” tão esperada finalmente foi publicada.</p>
<p><img style="float:left; margin: 10px;" title="Experimente, depois compre!" src="/blog/wp-content/uploads/2008/12/42-15413438.jpg" alt="Experimente, depois compre!" />O modelo de sucesso seria como aquele cybercafé, que disponibiliza um stand com várias revistas e, enquanto o cliente toma um cappuccino, pode folheá-la. Caso ache interessante, leva ao caixa e realiza a compra, satisfeito em saber que está levando algo que realmente procurava.</p>
<p>O modelo totalmente pago é algo que assusta o usuário e, na maioria das vezes, acaba por fracassar. A internet é algo como “<em>veja antes de comprar</em>”, “<em>faça você mesmo</em>”, “<em>crie a sua versão</em>” ou mesmo “<em>faça parte disso</em>”.</p>
<p>O usuário deve ser livre, e deve sentir-se livre. Não tire esse sentimento do seu cliente.  Da mesma maneira que seu cadastro deve ser fácil, sua saída também deverá ser. Permita que ele cancele sua conta a qualquer momento.</p>
<p>Seu modelo de negócio deve ser um equilíbrio perfeito entre a gratuidade e o faturamento. Tal equilíbrio jamais deverá ser quebrado, nenhum dos lados deve invadir o território oposto.<br />
Seu concorrente está esperando esse momento.</p>
<p>Porém, não pense que apenas conciliar estes fatores seja suficiente para seu sucesso. Sério, no <em>www</em> ao lado tem um concorrente com um serviço similar ao seu. O grande desafio é um modelo de negócio robusto aliado a um produto altamente vendável, capaz de fazer qualquer concorrente parecer um sumário perto do <a class="external" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&amp;client=firefox-a&amp;rls=org.mozilla%3Apt-BR%3Aofficial&amp;hs=kol&amp;q=o+mundo+depois+do+google&amp;btnG=Pesquisar&amp;meta=">Google</a>.</p>
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